José Aniceto & Irmão: “Com as soluções Sage fazemos mais em menos tempo”
A José Aniceto & Irmão tem uma sólida trajetória de crescimento que a levou a tornar-se uma referência ibérica na distribuição de pneus. Segundo Mário Gomes, CIO da empresa, “a chave esteve na decisão de automatizar os processos com as soluções Sage XRT e Sage X3”.
Há histórias de crescimento que não se constroem apenas com tecnologia, mas também com visão, confiança e decisões acertadas. A José Aniceto & Irmão, fundada em 1966 e com sede em Cantanhede, com a designação comercial de Recauchutagem S. José, é hoje uma das principais empresas de distribuição de pneus da Península Ibérica.
Nesta entrevista, realizada durante o evento Sage Customer Day, na Quinta da Pimenteira em Lisboa, Mário Gomes, CIO da José Aniceto & Irmão, partilhou a sua visão sobre como as empresas podem manter o ritmo de crescimento sem comprometer a qualidade e a confiança que os clientes tanto valorizam. Um caso de sucesso que mostra como a tecnologia, quando aplicada com “cuidado e carinho”, como refere Mário Gomes, se transforma num verdadeiro motor de crescimento.
Pode partilhar connosco um pouco da história da José Aniceto & Irmão?
A José Aniceto & Irmão é uma empresa com 60 anos. A sua origem está na recauchutagem, a transformação de pneus usados para reutilização, e, durante muitos anos, foi aí que se manteve. No início deste milénio, a empresa começou a mudar o foco para a distribuição e gradualmente foi crescendo neste segmento até se tornar na referência, que é hoje a nível nacional e ibérico, na distribuição de pneus. Sempre com um foco muito grande no cliente, transmitindo uma confiança absoluta ao cliente.
Que papel teve a solução Sage X3 nesse processo de crescimento?
O desafio que se nos colocava na altura era o de continuar com a solução que tínhamos e adicionar recursos humanos ao problema para dar resposta ao crescimento da organização. Ou optar por outra solução (Sage X3) que nos permitisse manter a estrutura relativamente semelhante, mas que pudesse automatizar os nossos processos de modo a fazermos mais volume, com os mesmos recursos.
Como é que a solução Sage XRT tem vindo a reforçar o controlo sobre a tesouraria e a vossa relação com os bancos?
Esse era um processo que estava, de alguma forma, independente, ou autonomizado, dado que nós tínhamos uma visibilidade muito reduzida sobre o processo. A adoção do Sage XRT veio a aumentar a nossa visibilidade sobre as operações, permitindo-nos automatizar a nossa comunicação com os bancos, diminuindo assim a possibilidade de haver erros e simplificando também o processo de autorizações dos movimentos bancários. Por outro lado, a recolha de informação bancária também nos permitiu tomar, de uma forma mais lata, um conhecimento mais atempado das operações que estão a ser feitas, conciliá-las e verificar que tudo está a acontecer de uma forma correta.
Enquanto CIO que valor vê na integração entre as soluções de ERP e de tesouraria?
Essa integração é o objetivo. Confesso que ainda não chegamos lá. O objetivo é que as duas soluções possam comunicar entre elas e extrair o maior valor possível de ambas. Ou seja, que a nossa ferramenta do dia-a-dia, que é o ERP, consiga alimentar a nossa ferramenta financeira e vice-versa, de maneira a que nós consigamos otimizar os nossos processos.
O que destacaria como principais ganhos resultantes da adoção das soluções Sage?
Os principais ganhos têm a ver com a automação do processo e também com a capacidade de realizar mais dentro do mesmo horário de trabalho. Ou seja, temos o sistema a fazer processos de forma automática numa janela horária maior e isso permite-nos, de certa maneira, fazer mais em menos tempo.
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