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Solid Bridge: “O Sage X3 é uma solução de qualidade e continuidade”

“O que nos fez optar pelo Sage X3 foi a tecnologia em que está assente, a maturidade do produto e o facto de sentirmos que existe uma aposta forte por parte da Sage em continuar a fazê-lo evoluir”, afirma Raul Carpinteira, Business Manager da Solid Bridge.

A Solid Bridge nasceu em 2009, em pleno período de crise, fundada por três consultores que trabalhavam numa software-house portuguesa produtora de software ERP, que viram como oportunidade de mercado a criação de uma empresa focada na implementação de soluções ERP, capaz de prestar um serviço de excelência aos seus Clientes neste setor.

Raul Carpinteira, Business Manager da Solid Bridge com uma forte ligação às TI que remonta a 1997, recorda que a parceria com a Sage surgiu em março de 2020, em plano confinamento COVID. “Esta necessidade adveio do facto de necessitarmos de um produto tecnologicamente mais avançado do que o que comercializávamos e que desse garantias de que iria continuar a evoluir e a acompanhar as tendências do mercado – especialmente no setor da Indústria, no qual nos especializámos e que cada vez tem mais necessidades específicas. E, de todos os produtos que analisamos, o Sage X3 foi o que melhor correspondeu às nossas necessidades.”

Desde então, e em termos de soluções Sage, a Solid Bridge tem-se focado exclusivamente no Sage X3, uma vez que o seu cliente-alvo já está posicionado num patamar médio/médio-alto, com exigências muito especificas ao nível dos seus processos de negócio. “O facto de serem Clientes ligados à Indústria aumenta ainda mais o grau de exigência face a um mercado cada vez mais competitivo e onde estas empresas têm que ser cada vez mais eficientes nos seus processos para ganhar rapidez e diminuir custos; e as soluções Sage X3 ajudam os nossos Clientes a atingir esses objetivos.”

 

Apontar para o topo do mercado

Agora, a Solid Bridge diz-se empenhada em conseguir aumentar o seu portefólio de Clientes Sage. Segundo Raul Carpinteira, “faz parte da nossa estratégia direcionar todos os negócios relacionados com o setor da Indústria para a solução SageX3, a qual nos garante (assim como aos nossos Clientes) uma solução de qualidade e continuidade. Aliás, contamos que, nos próximos três anos, este seja o produto com maior volume de faturação ao nível de licenciamento e serviços.”

A decisão de Solid Bridge em apenas trabalhar as soluções SageX3 foi essencialmente definida pela estratégia da empresa, de trabalhar o segmento médio/médio-alto do mercado, e com especial foco em Clientes do setor da Indústria.

Explica Raul Carpinteira que, “quando decidimos incluir novos ERPs no nosso portefólio, consultámos o mercado e, na altura da decisão, o que nos fez optar pelo SageX3 foi a tecnologia em que está assente, a maturidade do produto e o facto de sentirmos que existe uma aposta forte por parte da Sage em continuar a fazê-lo evoluir – para além de dar um apoio mais direto e personalizado aos Parceiros, criando assim uma maior proximidade connosco.”

 

A evolução futura dos ERP

As soluções Sage X3 começam a ter um papel cada vez mais relevante no negócio da empresa, a todos os níveis. “Esta mudança está a obrigar-nos a formar os nossos recursos humanos para serem consultores certificados Sage X3, o que acaba por ser uma mais-valia para eles, bem como contratar novos recursos já especializados na solução Sage X3 e que trazem para a equipa mais-valias, quer ao nível do conhecimento das soluções, quer ao nível de processos”, segundo refere o Business Manager da Solid Bridge.

“Em seguida”, explica, “os nossos Clientes percebem que a nossa equipa, em conjunto com o produto Sage X3, tem a capacidade de apresentar as melhores soluções adaptadas à realidade dos seus negócios, o que permite que sejamos mais competitivos, pois conseguimos oferecer todo o nosso know-how e experiência de desenho de processos, aliado a um produto capaz de ser adaptado de forma ágil a esses mesmos processos”.

Em termos de evolução futura, Raul Carpinteira sente que os ERPs irão sofrer grandes mudanças. “Neste momento, face ao crescimento de novas soluções especificas de grande valor que estão a aparecer no mercado, penso que será inevitável que o futuro dos ERP passe por ser um conjunto de várias soluções interligadas, de diferentes produtores, sendo que haverá necessidade de centralização de toda essa informação num sistema de gestão. Considero que as soluções atuais de ERP têm de ser munidas de ferramentas que permitam toda esta integração de uma forma simples e devem disponibilizar  ferramentas mais evoluídas de customização que depois vão permitir facilitar a adaptação de toda a solução final.”

 

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